domingo, 2 de novembro de 2014


... CiNeMa ... Lucy - Ficção científica com uma mistura de filosofia ... 

... o tempo é a única unidade de medida ... ... o tempo é a única realidade ....

E se o ser humano usasse 100% do cérebro?

O que aconteceria?
Pesquisamos muito sobre o filme Lucy, para tentar entender as hipóteses e suposições da capacidade cerebral humana. Segundo estudos, os seres humanos utilizam apenas 10% de sua capacidade cerebral. Mas o que aconteceria se fosse possível usar 20%, ou 100%? Ainda que essa teoria esteja sendo revista, é interessante considerar essas hipóteses.
Embora algumas áreas cerebrais fiquem ociosas de vez em quando, todo ser humano segundo alguns pesquisadores utiliza 100% do órgão para viver, ou parte dele, mas não em um todo, e sim em partes ou regiões. Se todas as áreas funcionassem em potência máxima, e ao mesmo tempo, teríamos uma capacidade de digerir informações, sensações e pensamentos muito maior, ou seja seriamos um computador, uma capacidade maior de processar, quebrar códigos, análises, conhecimento, teríamos superpoderes, ou seja, uma supermáquina.
Darwin, em sua teoria da evolução defendeu que o golfinho é o único a utilizar 20% da capacidade cerebral, o golfinho tem uma espécie de sonar, que localiza objetos com eficiência, sendo muito mais potente do que o sonar criado pelo homem. A espécie humana se preocupa mais em ter, do que ser.
Se a vida humana tivesse acesso a 20 %, é somente uma hipótese, é intrigante, teríamos um controle sobre nosso próprio corpo. Se chegasse aos 100 % teríamos um controle sobre nossa própria vida como de outras pessoas. No filme o genial Morgan Freeman, cita Darwin que em sua teoria da evolução, que seria mais para revolução, o ser humano é composto por 100 bilhões de neurônios, e temos pouco acesso a rede de informações, com o acesso de 40 % da capacidade cerebral.
A evolução não teria nos dado um cérebro tão grande e complexo se fosse para usarmos apenas um décimo de sua capacidade.
Com a possibilidade de alcançar os 100% a pessoa passa a ter poderes, como telepatias, tececinese, conhecimento, capacidade de ouvir outras pessoas a sua volta e teria a ausência da dor.
No filme a vida de Lucy começa a mudar e alcançar os 100% quando um saco da droga que transporta em seu abdômem se rompe e começa a se espalhar pelo corpo, ela passa a ter superpoderes citados acima, a droga sintética que transporta, é CPH4, no hospital o médico conta a Lucy sobre o funcionamento e sobre a natureza volátil da droga, com base em uma substância que os fetos recebem durante o desenvolvimento no pré-natal, e seus efeitos colaterais são destrutivos, (OBS: essa informação é fictícia, não é verdadeira a citação sobre a substância que os fetos recebem durante o pré-natal, consultamos um médico que confirmou que é um dado fictício)
O filme tenta ser um tanto quanto conceitual, estilo "A Árvore da Vida". Diversas explicações científicas são apresentadas, mas nada que faça sua cabeça explodir ou qualquer ideia revolucionária.