O Correspondente Estrangeiro, é em sua expressão máxima - tenso e poderoso, enigmático e romântico, a escrita aguda que conduz o leitor, através de escuridão e intriga, a um desfecho espetacular.
Paris, inverno de 1938: um assassinato seguido de suicídio num discreto hotel para amantes. Mas não se trata de tragédia romântica. É uma ação da OVRA, a polícia secreta fascista de Mussolini, orquestrada para eliminar o editor do Liberazione, um jornal clandestino de emigrados. Carlo Weisz, que fugira de Trieste e conseguira trabalho como correspondente da agência de notícias Reuters, torna-se seu novo editor.
No momento do crime, Weisz está na Espanha, fazendo a cobertura da última campanha da guerra civil no país. Mas assim que retorna a Paris, passa a ser perseguido pela Sûreté (a polícia de segurança nacional francesa), pelos espiões da OVRA e pelos agentes do Serviço Secreto Britânico. Em meio ao confuso ambiente político da Europa à beira da guerra, um correspondente estrangeiro é uma peça importante no intrincado tabuleiro dos bastidores do conflito.
Esta é a história de um pequeno grupo de antifascistas: o comandante do exército conhecido como ‘Coronel Ferreira’, que luta por uma causa perdida na Espanha, Arturo Salamone, o líder de um grupo de resistência em Paris, e Christa Von Schirren, a mulher que se torna o amor da vida de Carlo Weisz e que também está envolvida com uma condenada resistência secreta em Berlim.
Uma aula sobre um trailer de espionagem maravilhosamente escrito pode ser tão envolvente quanto um cheio de bombas e tiros.
The Guardian
