domingo, 4 de agosto de 2013


HOMEM POS-ORGANICO, O CORPO, SUBJETIVIDADE E TECNOLOGIAS DIGITAIS 

O livro aborda o surgimento do homem-informação, uma metáfora para o que o autor encara como um sujeito condenado ao upgrade constante - tanto do software (mente/código), como do hardware (corpo/organismo), visando a ultrapassagem dos limites espaciais e temporais da condição humana.
Sibilia, remete aos relógios como exemplo de tal passagem, relacionando a máquina analógica à digital. Mais uma vez o relógio serve como emblema e como sintonia, expressando em seu corpo maquínico a intensificação e a sofisticação da lógica disciplinar na sociedade de controle. Também cita que a tecnociência contemporânea almeja ultrapassar todas as limitações biológicas ligadas à materialidade do corpo humano, rudes obstáculos orgânicos que restringem as potencialidades e as ambições dos homens. "O homem era só mais uma dessas peças do universo mecânico: uma pequena máquina quase perfeita"

Fonte: Livraria Cultura